Tire suas dúvidas

 

01) Quais os critérios que definem o Residencial "Baixa Renda" ?

A Tarifa Social de Energia Elétrica é um desconto fornecido pelo Governo Federal na fatura de energia para todas as Unidades Consumidoras classificadas como Subclasse Residencial Baixa Renda.
 
As unidades consumidoras serão classificadas nas Subclasses Residencial Baixa Renda, desde que sejam utilizadas por:
          I – família inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal – Cadastro Único, com renda familiar mensal per capita menor ou igual a meio salário mínimo nacional; ou
          II – quem receba o Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social – BPC, nos termos dos arts. 20 e 21 da Lei no 8.742, de 7 de dezembro de 1993; ou
          III – família inscrita no Cadastro Único com renda mensal de até 3 (três) salários mínimos, que tenha portador de doença ou deficiência cujo tratamento, procedimento médico ou terapêutico requeira o uso continuado de aparelhos, equipamentos ou instrumentos que, para o seu funcionamento, demandem consumo de energia elétrica.
 
Para aplicação da TSEE, um dos integrantes de cada família, que atenda a uma das condições, deve informar à distribuidora:
          I – nome;
          II – Número de Identificação Social – NIS ou Número do Benefício – NB;
          III – CPF e Carteira de Identidade ou, na inexistência desta, outro documento de identificação oficial com foto; e
          IV – se a família é indígena ou quilombola.
 
No caso de existência de portador de doença ou deficiência, o responsável pela unidade consumidora ou o próprio portador da doença ou da deficiência deve ainda comprovar a necessidade do uso continuado de aparelhos, equipamentos ou instrumentos que, para o seu funcionamento, necessitem de energia elétrica, mediante apresentação de relatório e atestado subscrito por profissional médico.
 
No caso de habitações multifamiliares, para continuidade do benefício, as famílias devem atualizar as informações dispostas a cada 12 (doze) meses ou em prazo inferior quando solicitado pela distribuidora.
 
Documentação necessária:
Família inscrita no Cadastro Único, com renda familiar per capita de até meio salário mínimo, ou que receba o Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BPC), o cliente deverá apresentar:
          a) CPF e Carteira de Identidade ou, na inexistência desta, outro documento de identificação com foto;
          b) Número de identificação Social – NIS ou Número do Benefício – NB;
          c) Nos casos de famílias indígenas ou quilombola que não possuam os documentos citados no item “a”, será admitido o documento RANI.
 
Família incluídas no Cadastro Único, que contenham em sua composição portador de doença, cujo tratamento exija o uso continuado de equipamentos com alto consumo de energia elétrica, o cliente deverá apresentar:
          a) Cópia do relatório ou atestado médico, emitido ou homologado pelo SUS ou pela Secretaria de Saúde do DF, que deve certificar a situação clínica e de saúde do morador portador da doença ou da deficiência, bem como a previsão do período de uso continuado de aparelhos, equipamentos ou instrumentos que, para o seu funcionamento, demandem consumo de energia elétrica.
          b) Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde – CID;
          c) Número de inscrição do profissional médico responsável no Conselho Regional de Medicina – CRM;
          d) Descrição dos aparelhos, dos equipamentos ou dos instrumentos utilizados na residência que, para o seu funcionamento, demandem consumo de energia elétrica;
          e) Número de horas mensais de utilização de cada aparelho, equipamento ou instrumento;
          f) Número de Identificação Social – NIS.
          g) CPF e Carteira de Identidade ou, na inexistência desta, outro documento de identificação com foto
 
Informações adicionais:
Cada família terá direito ao benefício da Tarifa Social de Energia Elétrica - TSEE em apenas uma unidade consumidora.
Cada família, quando deixar de utilizar a unidade consumidora, deve informar à distribuidora, que fará as devidas alterações com posterior comunicação à ANEEL por meio eletrônico, conforme orientações específicas da ANEEL.
Caso seja detectada duplicidade no recebimento da TSEE, o consumidor perderá o benefício.
 
 
 

 


02) Como colocar as faturas de energia em Débito Automático ?

Autorize o débito automático e facilite a sua vida!

A CEB proporciona aos seus clientes a facilidade e comodidade para pagamento da fatura de energia elétrica através de débito automático. O Cliente CEB não precisa se deslocar de casa ou do trabalho, todo mês, para pagar sua fatura.

Através desse sistema, a CEB oferece aos clientes a oportunidade de escolher qualquer dia do mês para agendar o pagamento das suas contas de luz.

Optando pelo débito automático, você receberá a conta antes do seu vencimento e ficará sabendo qual o valor e o dia em que o Banco irá debitar a fatura de energia elétrica na sua conta corrente.Você também poderá checar seu consumo e esclarecer dúvidas.

É de suma importância manter seu cadastro atualizado.

  • E ao sair do imóvel, lembre-se de retirar do débito automático a fatura de energia elétrica.

Para pagar a conta de luz pelo Sistema de Débito Automático em Conta Corrente, é
necessário:

- Ter conta corrente em qualquer Banco credenciado pela CEB;

- Ser o titular da conta corrente;

- Preencher o formulário que está na agencia bancaria;

Esclarecemos que a autorização formal do cliente é exigência do Banco Central.

Relação dos bancos conveniados pela CEB:

· ABN Amro Real
· Banco Bradesco
· Banco da Amazônia
· Banco de Boston
· Banco de Brasília
· Banco do Brasil
· Banco do Estado de São Paulo
· Banco Itaú
· Banco Mercantil do Brasil
· Banco Santander Brasil
· Bancoob
· BCN
· Caixa Econômica Federal
· Citibank
· HSBC Bank Brasil
· Infocell
· Interchange
· Lemon Bank Banco Múltiplo
· Unibanco
· Banco Popular
· Sudameris
· Banco Rural
· Rede Pague Fácil

Guarde sempre os recibos das contas pagas para eventuais consultas.

Use o débito automático em conta corrente bancária e pague sua
conta de luz sem sair de casa.

 

 

 

03) Como ler os medidores?

Medidores Ciclométricos
 
Seu mostrador parece com o hodômetro de um painel de carro e é o modelo de medidor mais fácil para o cliente fazer a leitura, pois apresenta diretamente em seu mostrador os cinco números do consumo registrados.
 
Pode ser instalado em qualquer tipo de ligação, sendo mais comum na trifásica.
 
 
Exemplo:
Leitura Atual = 14786
Leitura Anterior = 14534
Para calcular consumo:
(14786 – 14534) x 1 (constante do medidor) = 252 kWh
 
 
 
 
Medidores Ponteiros
 
É o modelo de medidor que tem mais regras para fazer a leitura. Cada relógio tem quatro mostradores que, juntos, representam os números do consumo. A leitura é feita da direita para a esquerda. O primeiro mostrador indica a unidade, o segundo indica a dezena, o terceiro, a centena, e o quarto, o milhar.
 
 
Pode ser utilizado em qualquer tipo de ligação (monofásica/bifásica/trifásica), é o modelo mais antigo adotado pela empresa, existem alguns instalados há mais de 20 anos.
 
Exemplo:
 
 
 
Regras básicas de leitura:
1. Deve-se proceder a leitura da direita para a esquerda do mostrador
2. Para cada círculo, deve-se mencionar o menor dos dois algarismos mais próximos do ponteiro. Quando estiver entre 0 e 9, deve-se indicar o menor, ou seja o 9, nesse caso o 0 está no lugar do 10.
3. Sempre que qualquer ponteiro estiver muito próximo de um algarismo (causando dúvidas), deve-se consultar o ponteiro imediatamente à sua direita, a fim de observar sua tendência.
     • Caso o ponteiro da direita esteja caminhando para o zero, significa que o algarismo duvidoso ainda não foi ultrapassado (logo deve-se considerar o algarismo anterior ao duvidoso)
     • Caso o ponteiro da direita já tenha ultrapassado o zero, o algarismo a ser indicado será o duvidoso
4. Uma vez feita a leitura, é importante observar se o medidor tem alguma constante de multiplicação.
 

 

 

04) Quando o visor do medidor estiver embaçado, o que devo fazer?

Deve solicitar o reparo através da central de atendimento 116 ou nas agências de atendimento.

 

 

 

05) Existem outras opções para devolução do pagamento em duplicidade?

 
Restituição de pagamento realizado em duplicidade:
Constatada a duplicidade no pagamento de faturas, a devolução do valor pago indevidamente deve ser efetuada ao consumidor por meio de desconto na fatura subsequente à constatação.
Caso o valor a compensar seja superior ao valor da fatura, o crédito remanescente deve ser compensado nos ciclos de faturamento subsequentes.
O valor a ser devolvido deve ser atualizado pelo IGP-M da data do pagamento até a data da devolução ao consumidor, desde que transcorrido mais de um ciclo de faturamento da constatação do pagamento em duplicidade.
 
Restituição de faturamento incorreto:
A distribuidora quando, por motivo de sua responsabilidade, faturar valores incorretos, sem prejuízo das sanções cabíveis, deve providenciar a devolução ao consumidor, até o segundo ciclo de faturamento posterior à constatação, das quantias recebidas indevidamente nos últimos 36 (trinta e seis) ciclos de faturamento imediatamente anteriores à constatação.
Caso a distribuidora tenha faturado valores incorretos, por motivo atribuível ao consumidor, deverá providenciar a devolução ao consumidor das quantias recebidas indevidamente, no ciclo de faturamento posterior à constatação, correspondentes ao período faturado incorretamente.
As quantias recebidas indevidamente serão acrescidas de atualização monetária com base na variação do IGP-M e juros de mora de 1% (um por cento) ao mês calculados pro rata die, em valor igual ao dobro do que foi pago em excesso, salvo hipótese de engano justificável.
Caso o valor a devolver seja superior ao valor da fatura, o crédito remanescente deve ser compensado nos ciclos de faturamento subsequentes, sempre considerando o máximo de crédito possível em cada ciclo.
A distribuidora deve informar ao consumidor, por escrito, a descrição do ocorrido, assim como os procedimentos a serem adotados para a compensação do faturamento.
A data de constatação é a data do protocolo da solicitação ou reclamação quando realizada pelo consumidor.
Os prazos máximos para fins de cobrança ou devolução devem observar o limite de 36 (trinta e seis) meses.
 
Informações adicionais:
A distribuidora dispõe de meios que possibilitam a constatação automática da ocorrência de pagamentos em duplicidade.
Quando houver solicitação específica do consumidor, a devolução deve ser efetuada por meio de depósito em conta-corrente ou cheque nominal.
Os valores a serem pagos ou devolvidos devem ser atribuídos ao titular à época do faturamento incorreto.
Quando caracterizado, pela distribuidora, declaração falsa de informação referente à natureza da atividade desenvolvida na unidade consumidora ou à finalidade real da utilização da energia elétrica, o consumidor não faz jus à devolução de quaisquer diferenças eventualmente pagas a maior.
  

 

 

06) Por que da cobrança da taxa mínima quando não está ocorrendo consumo?}

Por que da cobrança de taxa mínima, quando não está ocorrendo consumo?

Os valores mínimos faturáveis, referentes ao custo de disponibilidade do sistema elétrico, aplicáveis ao faturamento mensal de unidades consumidoras do Grupo "B" (baixa tensão), serão os seguintes:

I - monofásico e bifásico a 2 (dois) condutores: valor em moeda corrente equivalente a 30 kWh;

II - bifásico a 3 (três) condutores: valor em moeda corrente equivalente a 50 kWh;

III - trifásico: valor em moeda corrente equivalente a 100 kWh.

 

 

 

07) Como devo solicitar a instalação do registrador gráfico?}

Este equipamento serve para apurar a oscilação de tensão.

Para solicitar a instalação entrar em contato através da central de atendimento 116 ou nas agências de atendimento.

 

 

 

08) Até quantas medições posso instalar no lote? Os custos são pela CEB?

Em se tratando de desmembramento, é permitida a instalação de no máximo 6 (seis) medidores de energia, localizadas em um mesmo terreno, desde que não ultrapassem a proteção geral de 105A. O consumidor deve informar o total de medições necessárias, a descrição da quantidade e potência nominal dos equipamentos elétricos de cada unidade consumidora.
 
Deverá ser observada a existência de instalações elétricas de uso comum, pois constituirão uma unidade consumidora e, por conseguinte, terá um medidor específico.
 
Quando à proteção geral compatível com a declaração de carga emitida pelo consumidor for superior a 100A, será necessário apresentar projeto elétrico.
 
É de responsabilidade dos consumidores, após o ponto de entrega, manter a adequação técnica e a segurança das instalações internas da unidade consumidora, desta forma, deverá estar em conformidade com as Normas da ABNT ou outra organização credenciada pelo Conselho Nacional de Metrologia e Qualidade Industrial, CONMETRO.
 
O consumidor deverá informar a atividade desenvolvida na unidade consumidora. para sua correta classificação.
 
É proibido a revenda ou o fornecimento gratuito de energia elétrica a terceiros, bem como estender redes fora dos limites de sua propriedade ou interligar suas instalações elétricas com as de outras unidades consumidoras.
 

 

 

09) Como devo fazer para economizar energia?

Em casa

No Campo

Poder Público
Condomínos e Residenciais

Economizando Energia e Meio Ambiente

Selo Procel

 

 

 

10) Com que frequência é efetuado o reajuste tarifário?}

O reajuste tarifário da CEB ocorre anualmente, no mês de agosto

Saiba mais sobre as tarifas anuais clicando no link abaixo.

* Tarifas anuais...

 

 

 

 Data da última atualização: 19/10/2017

 



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